Foi casual a forma como tive a oportunidade de conhecer e dialogar com esta talentosa artista madeirense.
Em visita ao pavilhão de “Bordados da Madeira”, inserido no tema da “Festa da Flor da Madeira”, fui atraído pela sua presença em plena actividade, como o documenta a foto.
Nasceu na Venezuela, onde frequentou os ateliers dos maiores artistas plásticos de Caracas, apreendendo com facilidade as suas técnicas.
Vive no Funchal desde há quinze anos onde tem vindo a desenvolver o seu “estilo realista”, com temas e trabalhos bem diversificados que, justamente, constituem um valioso acervo.
É detentora de um riquíssimo curriculum, distinguida e premiada em inúmeras exposições no País e no estrangeiro, particularmente na Venezuela, onde é bastante apreciada e muito bem conceituada no meio artístico.
A sua actividade não se limita à qualidade das telas que pinta, pois que para além da formação promovida no seu atelier ou em acções de formação, vai também atendendo as solicitações para o restauro de diversas igrejas na Madeira ou de peças de arte diversas, o que demonstra o reconhecimento e o apreço pelo valor da sua brilhante carreira.
Considera-se autodidata e afirma-se possuidora de uma permanente sede de conhecimento e experiência em outras expressões artísticas.
Algumas das suas obras poderão ser apreciadas na sua página no facebook “Atelier Maria Freitas”, cuja visita obviamente recomendo.



Leiria tem encantos, cuja beleza é mais notória quando recebe o colorido da iluminação nocturna.
Esta tela a óleo de 70x50cm da Fonte Luminosa, tendo como pano de fundo a Igreja do Espírito Santo, é seguramente uma bela referência.
Desculpar-me-ão se não concordarem mas, apesar de ser um importante pormenor da riqueza urbana leiriense, mesmo em plena luz do dia, julgo que o enquadramento que reproduzi  se apresenta bastante mais interessante e atraente com as cores que lhe dão vida nas noites em que fica iluminada.

 

Pois é!

Finalmente conclui mais uma fase do desafio a que me aventurei.
Aqui está, em óleo s/tela de 30x40,  mais um dos meus sete magníficos netos, o Daniel, uma ternura de miúdo.
Continuará portanto, a partir de agora, o repto de dar seguimento ao desafio - reproduzir os restantes cinco netos.



A nossa velhinha Leiria tem recantos que  merecem ser realçados e admirados.
Com esse sentimento, entendi retratar este cenário pitoresco do Largo Cândido Reis, mais conhecido por "Largo do Terreiro", num cenário nocturno que o torna ainda mais interessante.
É hoje um dos locais privilegiados para convívio de uma apreciável população jovem que, particularmente no Verão, ali se reúne para confraternizar durante uma boa parte da noite.
 
 
Testemunho do meu apreço por este aprazível espaço da nossa cidade, aí está este óleo de 60x30 cm.


No início da Rua Damião de Góis, na época da floração, podemos apreciar a imagem que escolhi como tema da minha última tela - um óleo de 35x60 cm.
Este recanto, para além da inspiração que me proporcionou, transporta também, e muito principalmente, recordações da minha infância. Era ali a partida e a meta das nossas corridas de arco.
Lembram-se desse antigo e modesto desporto? As caricas, depois de achatadas, serviam como autênticas medalhas para condecorar os campeões!
Agora... agora ... na era do progresso galopante, já não há brincadeiras como as de outrora. Os telemóveis e computadores, que observamos na mão dos novos personagens da infância actual, destronaram tudo isso.
São conquistas com que temos de nos actualizar, mas lá que era mais saudável, lá isso era.

 

Já está pronto! Este ano  a realização do meu presépio foi conseguida um pouco mais cedo.
Assim, cumprindo um hábito adquirido na infância, procuro continuar a reviver a celebração de uma tradição enraizada na família, com um significado quase místico, que me dá também grande prazer.
Passo a passo, após a colheita e limpeza do musgo e concluído o trabalho de preparação do sítio da casa mais apropriado, as figuras, retiradas das caixas onde cuidadosamente protegidas estavam guardadas, vão sendo colocadas no seu lugar, conforme planificado.
Eis pois chegados a este período do ano em que os sentimentos de solidariedade e amizade se manifestam com redobrada empatia.
Aqui deixo também, a todos os meus seguidores e amigos, a minha habitual mensagem natalícia.
Os meus melhores votos de um FELIZ NATAL.




Nas galerias do centro comercial Jardins do Lis está patente uma exposição de trabalhos do consagrado pintor leiriense Artur Franco. Poderá ser admirada até ao próximo dia 15 do corrente.
Predominam as aguarelas, já que é nesta modalidade que mais se tem evidenciado, retratando um tema que, inevitavelmente, é reflexo da sua grande  paixão pela cidade que o viu nascer.

 


A água e os belos detalhes de pitorescos locais de Leiria, que tão bem reproduz, atestam o merecido destaque das suas obras e o justo prémio do reconhecimento além fronteiras.


Poucas mas boas! E, se o sabor corresponder ao seu tamanho... bendita pereira que tal fruto criou.
Estas e mais umas quantas, de dimensões pouco vulgares, frutificaram no meu quintal.








A título de curiosidade, e apenas para se imaginar melhor das suas particularidades, acrescento que a maior pesa só 762 gramas ! Vou esperar que amadureça sem sofrer danos e que, então, mostre quanto vale!

  Uma das motivações que me leva a retratar em tela aspectos do património  da nossa cidade , tem a ver com o desejo de legar imagens anteriores a transformações que vão surgindo, do que resulta quantas vezes a perda de belas obras, executadas por artífices  anónimos, e que hoje em dia não se ousaria igualar.
Não me surpreenderá ainda, que aquele portão da "Garage" venha a sofrer o mesmo destino da sua vizinha porta de madeira, retratada na minha tela aqui editada - o "Ferro-velho".














Demos graças, para já,  porque houve a intenção de o preservar, dando-lhe vida nova, com cara lavada.

                      
Desde o passado dia 8 e até ao próximo dia 22 do corrente estará patente ao público uma exposição de pintura da autoria da nossa  professora D. Dulce , no edifício do antigo Banco de Portugal, a convite da Câmara Municipal.
Constituida por mais de duas dezenas de telas, num estilo muito próprio, apreciado pelos seguidores da pintura moderna/abstrata, que se subordinam ao tema do evento - "Cidades quero-as comigo".
O acto inaugural, presidido pelo vereador do pelouro da cultura, Dr. Gonçalves, foi participado por muitos amigos e apreciadores desta já bem conhecida artista alfacinha, radicada em Leiria há muitos anos, que muito elogiaram os seus trabalhos.
Vótos de continuação dos melhores êxitos artísticos.
Recomeçaram no passado dia 6 as nossas actividades de artes plásticas.
O local onde habitualmente decorriam foi assumido como proibitivo para a prática desta interessante ocupação dos nossos "tempos livres". Isto porque, por atitude mais incrível que pareça, os "senhores" do IPJ - Instituto Português da Juventude entenderam estabelecer um preço pela utilização da cave que servia de "atelier".
Função social? Não! Ao que chegámos!...
É que agora até um organismo com este modelo de estatuto precisa de rentabilizar o espaço, que ocupa à custa de todos nós, com cobraça de rendas!...
A necessidade de satisfazer a vontade do grupo ( a grande maioria composta por reformados), obrigou a encontrar alternativas e, assim, para já, estamos instalados no edifício do antigo Banco de Portugal.
Enquanto não for possível conseguir melhores condições... dar-nos-emos por satisfeitos.
Na verdade, os meus sete magníficos netos são um belo desafio ao meu gosto pela pintura a óleo.
Daí o meu propósito de lhes deixar um motivo para recordarem o avô.
Sem qualquer escala de prioridades predefinida na ordem com que iria abordar a hierarquia, comecei pelo trabalho que hoje aqui vos apresento - a minha Daniela, com os seus tenros dois aninhos, em tela de 40x30 cm.
Espero ter a inspiração e a destreza suficientes para levar este desafio a bom porto.


Parece não termos dado conta de que já lá vão 50 anos desde a data de admissão à nossa Escola.
Na verdade, o nosso curso de 1960/62, tirado na extinta Escola do Magistério Primário de Leiria, naquela velhinha Escola de Santo Estêvão, vai celebrar o seu 50º aniversário de formatura.

O tempo voou sem nos apercebermos.

Foi escolhido o dia 2 do próximo mês de Junho para o encontro daqueles que se prontificarem a estar presentes, num convívio extensivo a familiares e amigos, se desejarem também partilhar connosco bons momentos de alegria e reviver com saudade o companheirismo daquela época.
A comissão que se assumiu para preparar a celebração deste aniversário já remeteu aos colegas (para os endereços disponíveis) informação sobre o programa da cerimónia.
Lá estaremos como sempre, esperando poder abraçar um grande número de participantes e, naturalmente, recordar aqueles para quem infelizmente a vida foi madrasta, não lhes dando o privilégio de disfrutar desta oportunidade.
No próximo domingo, dia 11, a freguesia da Barreira irá celebrar o seu 274º aniversário.
O programa tem início às 12,30 h com a recepção dos convidados na sede da Junta, seguindo-se um almoço com o "festival de sopas" (aberto). Seguir-se-à a celebração de uma missa evocativa pelas 15,00 h.
Às 16,00 decorrerá uma cerimónia de homenagem por parte da Junta a pessoas que, no seu entendimento, são merecedoras dessa distinção, após o que se seguirá a apresentação do livro " Barreira e a sua História - volume III"  de Borges da Cunha.
A encerrar estas cerimónias, às 18,00 h,  haverá um "Porto de Honra".
Espera-se uma adesão significativa por parte da população residente e visinha, como vem sendo apanágio em celebrações antecedentes.
As cerimónias têm entrada livre.


Quero aqui expressar a todos os meus amigos e seguidores os melhores votos de Festas Felizes.
Desejo-vos um Santo e Feliz Natal e um Novo Ano em que não falte a saúde e a alegria de compartilhar com  familiares e amigos as maiores felicidades.

Anonas

19.12.11 | 0 Comments

A anona tem vindo a ser promovida ultimamente como fruto de características excepcionais, quer pelo seu  excelente sabor, quer pelas propriedades medicinais que lhe são atribuídas, inclusivamente como anti-cancerígeno.
Não possuo dados científicos que me permitam confirmar ou contestar estas propriedades, mas o que vos posso mostrar são os frutos que possuo no meu quintal e que este ano apresentam tamanhos bastante interessantes.
Se o seu sabor corresponder também à mesma ordem de grandeza, ahh.... já começo a salivar...
(A moeda de 1 Euro é só para se poder avaliar melhor o seu tamanho, não é o preço marcado...não!)
Cumpra-se a tradição!
Ele aí está, feito com muito carinho, obedecendo a um hábito que desde menino me vem acompanhando.
É Ele o reflexo de uma educação, em que o papel e a influência da família eram preponderantes na nossa formação, influência essa que, infelizmente, hoje em dia se encontra tão menosprezada.
Recordo aqueles Invernos rigorosos em que lá em casa, os meus irmãos e eu, desesperávamos aguardando o aparecimento de umas "abertas" para não nos molharmos e poder sair à procura do melhor musgo. Não havia Natal enquanto não tivéssemos feito o Presépio.
É por esse motivo que continuarei a construí-lo equanto tal me for possível.

      
  Desta vez não foi privilegiada a tradicional galeria como habitual forma de expor as minhas telas.
Acolhi com interesse o simpático convite do sr. Rui Miguel e aceitei a possibilidade de expor no seu "Restaurante Mandoline", local com excelente ambiente, muito acolhedor e tranquilo.


Degustar uma belíssima refeição, saboreando pratos de  uma gastronomia variada e saudável, com aquela sensação de privacidade que tantas vezes nos apetece e com o sentimento de sossego que nos oferece este espaço decorado com gosto, são boas razões para uma visita a este local, noTelheiro. 
                                            
Por outro lado e associada a esta mais valia também existe a possibilidade de apreciar os trabalhos ali expostos até ao próximo dia 18.
  
                                                        


Salanga Yango Ricardo nasceu em Cabinda, Angola, no ano de 1964.
Está radicado no nosso país há 18 anos, com residência actual em Famalicão das Cortes (Leiria).
Detentor de enorme talento, desde cedo se impôs no seio artístico e o seu estilo muito próprio, com predominância de cores vivas e tonalidades fortes, que traduzirá seguramente as raizes de uma cultura popular africana e, muito naturalmente também, a influência do percurso deste artista pelas Academias de Belas Artes que frequentou, particularmente no início da sua expressão artística, em Kinshasa e, posteriormente em Paris.
Com cerca de meia centena de exposições já realizadas em diversos países, Salanga tem por esse motivo os seus trabalhos dispersos pela Europa, África e América, com temas mormente dedicados a aspectos da vida africana.
Esta exposição, inaugurada no passado dia 30 de Novembro poderá ser visitada até ao dia 27 do próximo mês de Janeiro, na Biblioteca Saramago  – Campos 2 do Instituto Politécnico de Leiria - ao Alto do Vieiro.

Na Galeria Mouzinho de Albuquerque vai estar patente até ao próximo dia 25 uma mostra de aguarelas do conhecido artista leiriense Artur Franco sob o tema Amor Eterno - D. Duarte e D. Leonor de Aragão.
A beleza dos trabalhos expostos confirma o talento deste nosso conterrâneo, para quem a arte de explorar a paleta de cores há muito deixou de ter segredos.
A inumerável quantidade de exposições que já levou a efeito dentro e fóra do país permitiu demostrar as suas qualidades e exibir os seus dotes de artista, cujas obras fazem já parte de muitas colecções particulares e não só.

Magusto

11.11.11 | 1 Comments

O dia de S. Martinho, que hoje assinalamos, conduz-nos sempre a uma celebração, que não parecendo associada ao objectivo da lenda, convida a reunir familiares e amigos, já que  o motivo se justifica na abundância das castanhas. É o tradicional MAGUSTO!
Neste espírito, a Associação dos Antigos Empregados do Banco Nacional Ultramarino leva a efeito todos os anos este convívio sendo que, este ano, a adesão ultrapassou todas as previsões mais optimistas em número de participantes, uma vez que a s inscrições ultrapassaram já o número de 500.
É amanhã que nos reunimos na Ortigosa, local escolhido para albergar tantos antigos companheiros de trabalho com os seus familiares.
Façamos votos para que o S. Martinho "meta uma cunha" a S. Pedro para nos proporcionar um dia bem alegre, com todos os motivos para recordar e manter viva a vontade de nos voltar a reunir.

10.000

11.11.11 | 0 Comments

O facto de verificarmos que os nossos seguidores nos visitam com alguma regularidade é uma observação que para nós, bloguistas, nos transmite sempre um grande prazer.
A atenção que nos dedicam proporciona-nos algum conforto e incentiva-nos a tentar publicar temas ou outro tipo de informação, que justifique a satisfação de nos sentirmos acompanhados.
Essa é a principal razão do nosso trabalho.
Porém, hoje, uma atenção e uma saudação muito especial vai para o meu grande amigo Xavier, sempre por perto, não obstante a distância que nos separa de Macau, pelo facto de ter sido o visitante nº 10.000 deste espaço ainda jovem.
A todos os restantes 9.999 visitantes, que o antecederam, quero também expressar o sentimento do meu enorme apreço e de um muito merecido agradecimento pela companhia que têm vindo a proporcionar-me.
Um bem-haja para todos.
Com o apoio da professora D.Paula Gouveia, do dep. Cultura da Câmara Municipal de Santana, foi posível localizar o sr. António Martins, figura carismática da região, que serviu de tema à minha última obra - o seu retrato em óleo sobre tela.
Na verdade, o tempo voa. É que já se passaram mais de três anos desde o dia em que registei a imagem daquele simpático rosto (Fevereiro de 2008).
O encontro que agora nos foi proporcionado ficará para sempre gravado na minha memória.
Seguramente, julgo que também os momentos partilhados viverão no dia-a-dia do sr. Martins e do seu genro, que amavelmente se disponibilizou a estar connosco.
A surpresa e a alegria que transpareceram daquele olhar, já cansado pelo peso dos seus oitenta e três anos, movendo-se apoiado num cajado, porque a sua já debilitada saúde o exige e o impede de se afastar da típica e humilde casinha de Santana onde vive, foram uma constante.
Está mais magro e, infelizmente, não é difícil apercebermo-nos de que sobrevive com precários recursos. Vive só. O seu único amparo traduz-se na assistência dada pelo seu genro.
         
Já lá vai o tempo em que se dedicava a trabalhar a lã, dobada pelas mãos de uma filha que recentemente perdeu. Disse que ainda poderia continuar a fazer os típicos “barretes de vilão” se alguém lhe dobasse a lã necessária, a lã pura, tosquiada localmente.
Emocionante foi o momento em que, após guardar as fotos que lhe deixei (a foto da tela e a que serviu de modelo), me colocou na cabeça um daqueles “barretes de vilão” feito por si e me acariciou timidamente.





Foi buscar a sua braguinha, companheira de muitas alegrias e bons anos, e dedilhou as suas cordas. Retribuí com o bailinho da Madeira, na minha harmónica bocal.
  




A hora da troca de abraços de despedida chegou, inevitável e, assim, demos conta que uma vez mais o tempo passa depressa.
Este respeitável e simpático madeirense representa um personagem muito estimado, um popular e carismático habitante de Santana, cuja fotografia tive a felicidade de captar durante o desfile etnográfico da "Festa dos Compadres" em 27.01.2008, ao qual tive a oportunidade e o prazer de assistir.
Pareceu-me um bom tema para uma pintura em tela, se e quando me sentisse encorajado por esse impulso.
A obra aí está, concluida, num óleo de 34x36 cm, para perpetuar esta imagem de um rosto maduro, exibindo marcas que representarão seguramente o efeito de duros anos, de uma vida árdua e inteiramente dedicada ao trabalho.
É já nos dias 6, 7 e 8 do corrente, no próximo fim de semana portanto, que decorrerá a festa anual da Freguesia da Barreira.

Como vem sendo habitual nos anos anteriores, espera-se grande afluência de visitantes.
A parte musical promete animação e para isso contribuirá o cartaz diversificado, com as inevitáveis bandas e  a sempre agradável presença de Virgílio Pereira com o seu acordeão. 
Para quem pretenda saborear pratos tradicionais pode contar com o serviço de restaurante ou com uma ou outra tasquinha também ali instalados.
Como também não podia deixar de ser, a indispensável quermesse vai certamente proporcionar momentos de agradável curiosidade e surpresa.

Quebre a rotina e deixe a cidade por momentos. Venha conviver, num ambiente bem popular, num arraial com tradição.
Encerra hoje a exposição dos meus trabalhos a óleo s/tela com o tema alusivo à n/cidade.
A Biblioteca Saramago dos Serviços de Documentação do IPL-Instituto Politécnico de Leiria proporcionou no mesmo espaço uma série de eventos no decurso do mês agora findo, que contribuiram significativamente para uma maior divulgação das m/ obras.
Sendo este espaço só por si uma mais valia para a realização deste género de eventos, quer pela forma como são expostas as telas, quer pela excelente luminusidade que o salão proporciona, é um privilégio poder usufruir desta disponibilidade facultada pelo IPL. Acresce a tudo isto o excepcional apoio e a inexcedível colaboração, que me foram dados pela equipa de técnicos liderada pela Dra. Elisa Bento e que muito contribuiram para o êxito alcançado.

É meu dever  renovar aqui, na hora do encerramento e em jeito de balanço, o meu reconhecido sentimento de gratidão por tão grande honraria.
A todos quantos se dignaram visitar esta exposição, quero também expressar os meus melhores agradecimentos.
Não poderia ficar insensível à forma como decorreu a inauguração da minha exposição.
Fi-lo na oportunidade da abertura, mas quero publicamente deixar o testemunho do meu enorme agradecimento ao IPL, pela oportunidade que me foi dada com o convite para esta mostra e, de um modo muito particular, à Dra. Elisa Bento e às estagiárias Ana Ferraz e Célia, dos Serviços de Documentação do Instituto, que afincadamente com ela prepararam e contribuiram para o sucesso da cerimónia de abertura. 
A exibição da Escola de Dança de Diogo Carvalho, que amavelmente acedeu a emoldurar este acto, esteve em grande nível com a prestação de seis graciosas e excelentes bailarinas, enriquecendo sobremaneira a abertura da exposição.
Igualmente quero agradecer as elogiosas palavras da Dra. Dulce, em representação da Direcção do IPL, do Sr. José Cunha, Presidente da Junta de Freguesia da Barreira e, obviamente, as que a querida professora D. Dulce Bernardes proferiu a meu respeito.
A todos eles e aos amigos e familiares presentes o meu muito obrigado.

Apoiado pela nossa querida formadora D. Dulce Bernardes, por colegas do COR E PINCELADAS e, obviamente, no seguimento do honroso convite do Gabinete de Actividades Culturais dos
Serviços de Documentação do Instituto Politécnico de Leiria vou expor algumas das minhas telas na Biblioteca Saramago.
Os trabalhos que serão expostos inspiram-se em temas da nossa cidade e da freguesia da Barreira, onde resido.
O título da exposição - " CORES DE LEIRIA" - traduz assim essa característica.
Sentir-me-ei muito agradado se puder contar com a presença dos meus amigos e seguidores no dia da inauguração, cujo convite aqui fica desde já expresso.
Para aqueles que não puderem estar presentes neste dia, poderão fazê-lo mais tarde, com a visita à exposição.










A exposição manter-se-á durante todo o restante mês de Junho,
sendo a entrada livre e podendo ser visitada no seguinte horário:


de 2ª a 6ª das 9,00 às 23,30 h

sábado das 10,00 às 14,00 h


A semana de Portas Abertas, que a SECIL da Maceira promoveu, terá o seu último dia no próximo domingo, dia 22.

Assim, hoje, das 18,30 até às 22,00h e amanhã e domingo, das 14,00 até às 22,00h, ainda é possível aproveitar a oportunidade para fazer uma visita à Fábrica de Cimentos e apreciar a exposição de pintura e o Museu.

Hoje, às 21,00h haverá teatro infantil, da responsabilidade do Agrupamento das Escolas de Pataias.

Amanhã , mediante inscrições, uma visita guiada às intalações fabris e Museu ( 16,30h ) e às 19,00h um concerto pelo Grupo Coral Animacoralis.

Domingo, pelas 9,00h - Percurso Ambiental Pedestre "A flora e a fauna de Maceira-Liz", também com inscrições.



É já no próximo dia 12 do corrente que será inaugurada pelas 18,30 h a exposição conjunta de óleos, com trabalhos meus e do amigo Silva Rocha, na Fábrica de Cimentos da SECIL da Maceira-Liz.

Constitui interessante novidade a forma como Silva Rocha vê e trabalha as cores de algumas das obras que ali serão expostas, dando ao tema que reproduz uma imagem mais viva e colorida, não perdendo contudo o cariz "realista" do seu estilo.

Na generalidade, são apresentados temas de ambos autores, mormente explorando temas de Leiria, Barreira e Maceira-Liz, sendo de salientar ainda a originalidade de alguns ali presentes.

Convido os meus amigos e seguidores a visitar este evento, integrado no programa da comemoração do 88º aniversário da Fábrica de Cimentos da Maceira-Liz, cuja "Semana de Portas Abertas" decorrerá de 12 a 22 do corrente mês de Maio.

A entrada é livre. Para visitar a exposição ou outros pontos de interesse acessíveis ao público, bastará soliciar na portaria da Fábrica a desejada informação.
De facto não é muito comum edificar uma torre sineira fóra do seu contexto, isto é anexa à sua igreja. Mas esta quis demonstrar que, mesmo na planificação destes templos, também não há regra sem excepção. Aí está ela, a torre sineira da nossa sé catedral, para o confirmar.

A sua localização altaneira terá sido certamente justificada para que os seus sinos pudessem ser escutados com mais clareza por toda a cidade e o seu relógio bem visível do centro, sobre o qual se debruça.

Mais um trabalho a óleo sobre tela, de 28x40 cm. , que acrescento ao meu acervo.
Aí está, prontinha, pintada de fresco, obviamente porque é o produto do meu último trabalho a óleo sobre tela de 60x40 cm.
Representa a velhinha locomotiva da SECIL-Fábrica de Cimentos da Maceira-Lis, uma peça rara em excelente estado de conservação, graças aos cuidados que lhe dispensa a administração local desta empresa. Na placa fixada na sua chaminé exibe orgulhosamente um distinto nº 1.
Encontra-se exposta no recinto da fábrica, para regalo de quem a visita.
É um justo tributo pelos serviços prestados ao longo de muitos anos e, porque foi ainda a pioneira do transporte ferroviário do cimento até à Martingança, na Linha do Oeste, é inteiramente merecida tal honraria.
É já amanhã, dia 13, a partir das 15 horas que, no salão do Centro Paroquial, se iniciam as festividades programadas para comemorar o aniversário da Freguesia.
Após a recepção dos convidados e cerimónia de homenagem a personalidades que se distinguiram pela seu trabalho e dedicação a esta terra, será feita a apresentação do livro -D.António Antunes, Bispo de Coimbra, logo seguida da abertura da VII Bienal de Arte da Barreira, sob o tema "Barreira, um Povo Solidário".
O tema da VII Bienal tem a ver com a intenção de proporcionar à Junta da Freguesia a criação de um fundo de solidariedade para apoio a iniciativas de caris humanitário e social, em que se encontram empenhadas também as associações locais de caráter social e que dele serão potenciais beneficários.
Para tanto, os fundos obtidos com a venda dos trabalhos oferecidos pelos participantes serão entregues à Junta de Freguesia, com esse objectivo.
A exposição poderá ser apreciada nos salões do Solar do Visconde.

Aqui está a minha última obra, inspirada num tema que me cativa.
A tela representa o pórtico da Capela de Santo António da Mouraria, na cidade do Funchal.
Aquando das minhas deslocações, aproveito sempre a oportunidade de dar uma voltinha, procurando motivos para temas de trabalho, obrigatoriamente acompanhado da máquina fotográfica para os registar.
No decurso dessas voltinhas, este recanto despertou a minha atenção. Pareceu-me interessante e por isso o gravei, com o objetivo de lhe dar o seguimento que agora lhe foi conferido.
Sobre o tema "Pórticos" esta é a terceira tela, sendo que a primeira reproduz o do edifício "Garage" nesta cidade, com a sua antiga porta de madeira, e a segunda o da capela do solar Oliveira Simões, aqui ao lado, na Barreira.

Assim vou pintando, não de porta em porta porque outros temas se vão concluindo, mas lá que aprecio o tema, lá isso é verdade.














É sempre um enorme prazer e uma justificada alegria reencontrar aqueles companheiros com quem já há muito não tínhamos a possibilidade de partilhar bons momentos.
O reencontro aconteceu ontem.
Não sendo numeroso o grupo que pode comparecer à chamada, duas dezenas apenas, à volta da mesa lá fomos revivendo velhos tempos, daquele segundo curso de professores que a Escola preparou para a causa da educação, no biénio de 1960/62.
Sem querer ferir susceptibilidades, há que realçar a presença do amigo Cerqueira, com a sua sempre contagiante boa disposição, vindo da longínqua Monção e também a da agradável surpresa que foi a de se associar ao grupo o nosso mestre Dr. Reis Torgal.
Aproxima-se uma importante efeméride, a celebração das bodas de ouro do nosso curso.
Para que essa celebração seja vivida com a dignidade e o reconhecido mérito que entendemos lhe deve ser consagrado, foi nomeada uma comissão a quem caberá promover todos os esforços no sentido de reunir então o maior número possível de colegas e familiares.
Nessa perspectiva, qualquer ligação ou contacto poderá ser feito por este meio, utilizando o e-mail associado ao blogue.












Parabéns Barreira pelo magnífico espectáculo que nos foi proporcionado hoje, com a exibição do Grupo Coral da Adesba e do Grupo Coral do Cercal, perante um público que encheu por completo a Igreja Matriz.
Extraordinário também o conjunto de jovens artistas que, ao som de violino, de flauta e de órgão acompanharam todos os temas do programa.
Uma nota de relevo ainda para os quatro solistas também intervenientes.
Estes Grupos demonstraram que não é um previlégio apenas dos grandes centros assistir a este tipo de manifestação cultural, perante uma interpretação extraordinária dos temas apresentados.
É de enaltecer e elogiar não só a dedicação dos elementos que constituem estes Grupos, como também a orientação e o trabalho de grande mérito dos seus maestros.
Porque, por muito esforço que imprimisse na elaboração deste pequeno texto, neste espaço não seria possível quantificar o grau de excelência que tive o prazer de testemunhar, sugiro que não percam a oportunidade de assistir a uma das suas próximas actuações.

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