Quem diria que já lá vão tantos anos a separar estas duas imagens... Nem faço contas...

É verdade, tantos quantos desde 31.05.1959 até ontem, no último reencontro, proporcionado pelo convívio dos antigos alunos das escolas primárias de Leiria.

Retratos da vida!...

Reconhecem-nos certamente nas fotos a preto e branco: são a Lenita, filha do saudoso amigo Basílio, a Cristina Almeida, os manos Henrique e Arnaldo Barateiro, a Rosa Medeiros, a Ivelize e a Celeste, tia da Lenita, convivendo em saudáveis brincadeiras no Castelo de Leiria, onde está também aquele velho amigo, preparando-se para entrar na corda.

O convívio que reuniu ontem cerca de duas centenas de antigos alunos das escolas primárias de Leiria - Sto. Estêvão, Jardim Escola João de Deus e Escola Amarela (Escola Nova) serviu para reencontrar velhos companheiros de classe, reviver algumas histórias e aventuras de há dezenas de anos, recordar e homenagear professores, enfim voltar ao passado e lembrar em amena cavaqueira belos tempos de outrora, porque recordar é viver.

Para os que não puderam estar presentes fica a mensagem dos que partilharam estes bons momentos, que não faltem para o próximo ano, pois valeu a pena estar presente.

A tradição deve ser cumprida e, volvido um ano, aqui estou de novo para vos abrir o apetite com estas deliciosas amêndoas.
Perdoe-se o mal que faz pelo bem que sabe!
Desejo que todos os meus seguidores e amigos gozem uma Páscoa feliz, em família, com saúde e alegria.Adicionar imagem














Na Galeria Capitel foi hoje inaugurada pelo sr. Presidente da Câmara, Dr.Raul de Castro, a exposição de pintura a óleo do artista lisbonense Carlos Rocha.
A este acto esteve também presente a Dra. Laura Esperança, presidente da Junta de Freguesia.
As obras deste artista deixam em quem as observa uma impressão muito agradável, pela riqueza que a sua luminosidade lhes imprime.
Carlos Rocha, que expõe pela primeira vez nesta cidade, é merecedor de rasgados elogios, pela beleza das suas telas e dos temas que elege e, ainda, pelo facto de ter desenvolvido a sua veia artística de uma forma autodidata, já após adquirir o estatuto de reformado.
A Galeria Capitel sai prestigiada por mais esta iniciativa.
A exposição termina no próximo dia 5 de Abril.





Bem no centro da cidade, são para mim das mais interessantes varandas de Leiria.
O edifício Garage é efectivamente de grande riqueza pelos acabamentos de cantaria nele existentes, de que fazem parte estas varandas, nele sendo de realçar também os pórticos da fachada principal, ricamente trabalhados, um dos quais terá ficado mais pobre com o restauro a que foi sujeito, em resultado da destruição do portão de madeira que ali existia, como poderá ser aqui visualizado,na reprodução que fiz em tela.























Como era de prever, o valor deste artista e a qualidade das suas obras motivaram um grande número de visitantes a assistir à inauguração desta exposição.

Coube à Dra. Laura Esperança, presidente da Junta de Freguesia de Leiria, a incumbência de presidir a essa inauguração, que contou ainda com a presença do Dr. Raul Castro, Presidente da Câmara Municipal e também da representante do Governador Civil de Leiria, Dra. Rosa Gaspar.

A galeria mostrou-se pequena para um tão elevado número de pessoas ali presentes.

As obras expostas são reveladoras do enorme talento do seu autor e mostram-nos trechos e pormenores de uma Leiria antiga onde, explorando o efeito da luminosidade , Artur Franco lhes transmite uma natural profundidade e uma quase que aparente terceira dimensão.

É amanhã inaugurada na Galeria de Arte Capitel, pelas 17,00 horas, a exposição do artista leiriense Artur Franco, onde poderão ser admirados alguns dos seus trabalhos.

Sob o tema "Episódios da velha Leiria", são reproduzidos maioritariamente em aguarela recantos da nossa cidade e cenários de antigas profissões ou actividades de outros tempos, que nos eram proporcionados pelas gentes dos arredores e não só, como era o caso das tremoceiras, das lavadeiras no rio, das vendedoras no mercado ("contratadeiras"), tudo com a natural expressão artística deste consagrado pintor.

O seu talento é reconhecido além fronteiras, mercê de exposições realizadas, nomeadamente em Espanha, França, Inglaterra, Bélgica e Alemanha.

A não perder esta exposição, que estará patente ao público até ao próximo dia 15 do corrente, de segunda a sábado das 10 às 13 e das 15 às 19 horas.
Não vou falar de pinturas nem de quaisquer outros hobbies. Hoje, para mim, o tema é bem mais importante e emotivo.
É de família, FAMÍLIA com letra maiúscula, que se trata. É que não há nada mais belo e maravilhoso do que o nascimento de um novo membro.
Assim aconteceu, pois nasceu ontem, dia 1 de Fevereiro, a minha netinha Alice.
Os manos Daniel e Diogo, os avós e obviamente todos os restantes familiares estão ansiosos por conhecê-la.
O que importa neste momento saber é que tanto a Alice como a mamã Raquel estão bem no que toca à adaptação à vida e ao desejado restabelecimento.
Para os papás vão os meus melhores desejos de que gozem sempre de uma boa saúde e do necessário bem-estar, para que nunca lhes falte a força e os meios nesta nova cruzada da vida, na sua verdadeira e importante função de formadores.
Para além disso, sob outra perspectiva, também para este avô é gratificante poder pensar que já conta com sete netos, que lá mais para diante, se Deus quiser, e eu julgo que sim, com a sua importante companhia lhe proporcionarão alguns bem apetecidos miminhos.
Até parece castigo, mas já chega de tanta invernia!
Com este tempo, frio, chuvoso e ventoso, não apetece pintar, porque a luminusidade é muito fraca e a luz artificial desvirtua as cores, não dá para trabalhar no campo, concluindo a replantação dos morangueiros, semeando favas e ervilhas, plantando hortaliças, enfim está um tempo verdadeiramente talhado para a preguiça, impróprio para os que gostariam de o ocupar com iniciativas produtivas.
Vou actualizando os meus arquivos, catalogando e ordenando as fotos gravadas, limpando o correio electrónico, esperando que a crise passe (como dizia o macaco...).
Adeus 2009, bem-vindo 2010!

Aos meus amigos e aos seguidores do meu CORESDELEIRIA quero expressar os melhores votos de um feliz Ano Novo, desejando que a abundância de coisas boas, o bem estar e a saúde sejam uma benção constante no seu dia-a-dia.

Boas entradas!
Foi hoje inaugurada a Galeria de Arte e Design Ensaios.
Implantada na zona histórica, na designada parte velha, vulgarmente conhecida por Largo do Terreiro, junto à CEDILE, a Galeria aí está finalmente, para bem da arte, para bem dos artistas, para bem da cidade.
As obras de restauro e adaptação do edifício para o fim em vista conferiram-lhe um nível arquitectónico e artístico de riquíssimos pormenores, constituindo só por si um valor acrescido ao nível das exposições que futuramente ali vierem a ser realizadas.
A iniciativa é digna dos mais rasgados elogios e os seus promotores merecedores das maiores e mais justas felicitações.
Leiria está de parabéns porque fica mais rica a partir de agora.
A Sílvia Patrício, artista plástica licenciada pela Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha no ano de 2000, coube a honra de abrir o calendário das exposições, com uma admirável série de trabalhos sobre tela, bem como algumas esculturas enquadradas no principal tema "Essa Paixão Proibida", baseado na obra do escritor Eça de Queirós - "O crime do Padre Amaro", evidenciando um estilo muito personalizado, trabalhos esses merecedores de assinalável distinção.
É uma exposição a não perder.

Levou-me um pouco mais de tempo mas, um ano mais, a tradição cumpriu-se.
É que, apesar da construção do meu presépio se assumir quase como um ritual, nunca disponho as figuras no mesmo local ( à excepção da Sagrada Família, ali não há lugares cativos) e mesmo a tradicional gruta é sempre de modelo diferente.
Entretanto, as searinhas de trigo que foram cuidadosamente semeadas em pequenos potes de barro já estão a nascer.
Quando as suas plantinhas exibirem aquele tufo viçoso, que mais parece um molhinho de agulhas verdes saídas da terra, adornadas nas suas pontas, pela manhã, com as gotinhas de água que a humidade produziu durante a noite, todo este cenário se tornará mais vivo e fresco. Então sim, ao admirá-lo, proporcionar-me-à aquele prazer do dever cumprido, como em cada ano que passa, e sentir-me-ei agradado ao ouvir referências amáveis ao meu trabalho.
Esforçar-me-ei por manter vivo este hábito, que faço questão de cultivar, não apenas pelo prazer que me dá e porque faz parte de uma cultura familiar enraizada mas, muito mais, pelo ensejo de transmitir esta tradição aos membros mais jovens da família.

Desejo a todos os seguidores e leitores amigos do meu CORESDELEIRIA um feliz Natal.
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Parece-me que as minhas mini-férias me deixaram algumas marcas…
É bem certo que a “ociosidade é a mãe de todos os vícios”, daí que, ultimamente, não me tenha chegado grande apetite de “apresentar serviço” neste espaço.
No mínimo (a ver se quebro o “enguiço”) e no intuito de lembrar a nossa cidade, aqui ficam algumas imagens, que dedico de um modo mais sentimental aos jovens da minha idade ( a Casa Iglésias, a carpintaria do sr.Cadima na rua D.Afonso Henriques, o antigo edifício “ferro de engomar” ao lado do Jardim Escola João de Deus e o largo do Terreiro ao descer a rua de Alcobaça).






Uma das maravilhas surgidas neste habitat terreno é a imensidão de belas flores, que se desenvolvem por vezes em locais inóspitos, resistindo através dos tempos às inúmeras agressões, quer do próprio meio ambiente quer da intervenção do homem.

As que aqui se reproduzem, três diferentes tipos de orquídeas, beneficiam dos cuidados e condições ajustados às suas necessidades de desenvolvimento, que o homem aprendeu a aplicar, concluindo-se que vale a pena prestar-lhes os carinhos de que necessitam para nos brindarem con a sua exuberante floração.









Para reviver tempos da meninice, associando-lhes por certo saudosas recordações ou traquinices, aqui ficam algumas imagens da nossa velha cidade.

A mim, que vivi muitos anos naquela rua do Pelourinho e mais tarde na rua D. Afonso Henriques, lembra-me das corridas de arco, dos jogos de hóquei, com stiks habilidosamente feitos pelo sr. Cadima, as bolas de papel, de trapos, de borracha, ou inclusivamente feitas das meias de seda, que pedinchávamos nas lojas de fazendas onde se apanhavam as malhas caídas. Tudo servia para convivermos salutarmente com os amigos e companheiros de escola.

Velhos tempos...

Está aí o outono e o com ele a fase de desenvolvimento activo dos cymbidiuns.
Alguma atenção requerem agora, verificando a existência de pragas.
As mais comuns são a cochonilha e o algodão branco, que se alojam principalmente na base e no verso das folhas e nos bolbos. Atacam as plantas sugando a seiva e impedindo o seu desenvolvimento normal.
Porque começam a surgir os novos rebentos e as hastes que produzirão as flores, há que atacar estes inimigos, seja através de insecticidas recomendados seja, de forma mais económica, limpando as zonas afectadas com um pano/cotonete e água com sabão.
Para se obter flores de maior robustez e qualidade, deve também intensificar-se a partir de agora a adubação, aplicando um de composição equilibrada ou com maior teor de potássio, para favorecer a floração. Se se utiliza granulado, deve espalhar-se em redor das plantas, sem o encostar aos bolbos.
A adubação líquida é mais prática, podendo dissolver-se na água da rega (de 15 em 15 dias). Neste caso, rega-se primeiro o vaso para humedecer a terra/composto, aplicando-se o adubo passado algum tempo. Como acontece com todas as plantas envasadas, se a terra/composto estiver seca, quando se rega a água não é absorvida, sai do vaso, pelo que continuará com a terra seca. Perante esta situação, deve mergulhar-se o vaso até humedecer a terra/composto.
Com o tempo mais frio e húmido deve reduzir-se a rega, mas mantendo a humidade do solo, sem o encharcar. Em caso de dúvida, não regue!

Férias são férias, sinónimo de descanso, mas que normalmente apenas o pode ser quando afastados da nossa rotina diária e caseira.

Gostei das minhas mas, confesso, já sentia saudades do meu ninho e das minhas pinturas.

Cheguei a casa e venho encontrar algumas surpresas - vejo mais araçás cobrindo o solo do que frutos no araçazeiro, peras de inverno ...nem uma, quanto aos diospiros (dos poucos que sobreviveram à queda prematura) já estão quase todos maduros e, surpresa das surpresas, mas agradável, foi ver a sebe de gaitinhas já florida. É que esta corriola não se adapta muito bem às nossas temperaturas, florindo em climas propícios, p.e. na Madeira, lá mais para meados do outono e, em anos anteriores, no meu jardim não conseguiu fazer desabrochar mais do que uma meia dúzia de flores, bastante mais tarde, devido às baixas temperaturas e geadas a que foi sujeita.

Não admira, o tempo que temos tido, com as temperaturas desajustadas para a época, é sem dúvida responsável por estas alterações.

Aqui fica uma imagem destas simpáticas gaitinhas.








É bem verdade que de vez em quando faz bem mudar de ares e, como prova dessa teoria, cá vou usufruindo de umas belíssimas férias. Por essa mesma razão, o contributo para o http://corepinceladas.blogspot.com/ e a elaboração de comentários ou novidades para o meu blog têm andado em câmara lenta ou, para ser mais exacto, suspensos.

E, em jeito de amigo da onça, aproveito para fazer um pedacinho de inveja aos meus seguidores. É que, neste momento, as minhas férias estão a ser passadas em paragens que bem se podem equiparar às encantadoras praias do Pacífico ou do Índico - a Ilha de Porto Santo.

A temperatura das suas águas, o sol e o areal, de areias finas, limpo e extenso, a que se lhe atribui poder curativo para algumas maleitas do foro ortopédico, são atributos de criar inveja ou ciúme àquelas paragens. A tudo isto acresce o privilégio de ser mimado com a simpática e calorosa recepção dispensada por bons amigos aqui residentes.

Mas, como não sou invejoso, para quem puder dispor dessa oportunidade, mesmo sem amigos residentes, recomendo-a, não a percam.






















Não, não é bem o que estavam a pensar. Essas, as castanhas, só lá mais para daqui a uns dias! Queria referir-me às deliciosas e suculentas massarocas que aqui saboreámos, assadas na brasa,preparadas da forma tradicional, como se pratica no campo, tal como podem verificar pelas fotos.
Recomenda-se a utilização de um espeto forte, de preferência facetado e não arredondado para que as espigas fiquem bem seguras.
Vão a assar em braseiro forte e, quando estas loiras já estiverem bronzeadas a preceito, passam-se por água corrente e, assim molhadas, são esfregadas com sal grosso para que, deste modo, possam receber o sabor do sal.
E pronto, toca a comer que se faz tarde...mas com cuidado para não queimar a língua.
Se, entretanto, com a descrição, ficaram a salivar, acho que o melhor é experimentarem, com o milho amarelo, que é o mais doce.
Bom apetite e bom proveito, que eu cá já me deliciei!


Como era esperado, a tela com o tema da casa típica de Porto Santo foi hoje entregue à minha boa amiga Elda, cumprindo assim o que lhe havia prometido.

O desejo que motivou este quadro foi tão somente perpetuar a imagem desta bela moradia, no receio legítimo de que um dia vai deixar de existir, por força do progresso urbanístico desta paradisíaca ilha, dando lugar a um qualquer complexo turístico/habitacional, implantado no terreno que agora ocupa.

É verdade, aproveitando um pequeno período de férias na Madeira, entendi que era a melhor oportunidade para fazer chegar esta obra às mãos do seu legítimo dono.

Tudo fiz com o maior prazer e sentir-me-ei feliz por saber que poderá contribuir para para enriquecer a decoração de tua casa, Elda.



Gosto imenso de pintar, mas também gosto de me entreter no campo (para além da jardinagem e das minhas orquídeas), tentando com alguma teimosia a produção de frutos tropicais, apesar das adversidades climáticas, que vão impedindo o seu desenvolvimento no meu quintal.

Mesmo assim, já consigo saborear as anonas, os araçás e as pitangas ali plantadas. Já tive quase papaias e mangos, mas infelizmente, um inverno mais impiedoso destruiu tudo. O mesmo ia sucedendo com as minhas bananeiras que, entretanto voltaram a criar novos rebentos e, na esperança de vir um dia a saboreá-las, o meu cunhado Aurélio, o meu amigo Joaquin Alcaina e eu, construimos há dias este abrigo. Pode ser que favoreça a obtenção dos resultados desejados.

Depois conto-vos...
Está praticamente concluido o meu último trabalho. Falta dar apenas pequenos retoques.
Isto significa que vai começar o dilema - qual o tema para o próximo?
Eu cá tinha as minhas razões, que a coisa não está fácil...
Bom, talvez para variar me decida por um belo modelo feminino, ou por um motivo nocturno, ideia que já esteve para germinar em tempos. Veremos para onde vai pender a opção.
São realmente muito trabalhados e morosos, mas é o estilo que mais aprecio e até já estou mentalizado para essa consequência.
É bem certo que, se tivesse enveredado (desculpem-me a expressão) pela pintura das "pinceladas", vulgo abstracto, com uns rabiscos aqui, umas sombras ou silhuetas ali, umas cores harmoniosas ou garridas acolá e, era um ver se avias, já teria cocluido uns quantos antes que acabasse uma das minhas telas.
Que me perdoem, pela minha franquesa, os entusiastas e os que cultivam este estilo, com muitos admiradores obviamente.
Não quero com isto dizer que não goste desse tipo de pintura mas, simplesmente não aprecio, não me diz nada.
Experimentar essa forma de expressão artística não está para já dentro dos meus planos, não me sinto entusiasmado, não encontro essa motivação.
Por enquanto, vou continuando com o velho estilo, num jogo de paciência e de leitura, tentando reproduzir da melhor forma aquilo que observo.
Julgo já me ter referido esta questão, que por vezes me incomoda, particularmente quando preciso de pensar no tema do trabalho que se há-de seguir, na iminência de concluir o que tenho em curso. Parece tão simples quanto surpreendente mas, aflorando um montão de ideias e diferentes motivos (estes coligidos em muitas fotos que vou tirando), é realmente difícil a decisão. E porquê?
É que, entre as muitas hipóteses e variadíssimas ideias, ponderando inclusivamente a possibilidade de expor, há que decidir onde fazê-lo e, nessa eventualidade, é no mínimo uma obrigação moral apresentar alguns trabalhos que se enquadrem nessa opção. Mas, por outro lado, se o que importa é fazer algo diferente, para variar de tema, também aí persiste a mesma dúvida quanto à selecção - paisagem, natureza morta, expressão corporal, retrato, monumento?...
Provavelmente é uma situação comum a quem, como eu, pinta por prazer.
Na verdade, todos os temas parecem interessantes e o melhor será mesmo pôr as dúvidas à margem, pois vendo bem, o que importa é a qualidade do trabalho acabado.
E, para já, o melhor é mesmo apressar-me, que só falta três semanitas...
Há um certo tipo de férias que é uma chatisse...para alguns.
Falta menos de um mês.
É verdade. Se tudo decorrer com a normalidade que se espera, dentro de 28 dias, quatro semanitas, lá estaremos de regresso ao convívio da turma.
São férias curtas no tempo para quem sente necessidade de descansar, mas uma longa pausa para os que, talvez mais assíduos ou aplicados, interromperam essa aplicação.
Na verdade, sem a agendada hora das nossas quintas-feiras para cumprir, houve muito boa gente que adiou a inspiração e meteu ombros a outras tarefas, aproveitando os dias mais compridos do verão.
Infelizmente, neste grupo e desse mal me queixo eu, pois de pinturas, nada feito; estão em standby. É que há sempre qualquer coisa que se interpõe, quando julgo surgir a oportunidade para pegar nas tintas...
Mas, são só mais quatro semanitas...






















Começaram a 31 de Julho e encerraram hoje, com o costumado fogo de artifício.
Pareceram-me mais concorridas este ano as festividades da Barreira.
Ou fui eu a visitar com maior assiduidade esta romaria?...Às tantas…
Na verdade, não é meu hábito perder-me muito por este género de celebrações, mas quando vou, acabo por concordar que não foi de todo mal empregue o tempo ali gasto. Normalmente aproveito para experimentar a cozinha, da responsabilidade dos festeiros, que sempre contribuo com mais alguma ajudinha.
Mas, a razão das minhas mais frequentes visitas deste ano, teve a ver com a presença dos meus netos.
Eles adoraram toda a agitação e deliraram mesmo com a quermesse…Aquelas rifas…a entusiástica escolha dos prémios à disposição…maravilha de espectáculo!
E o Rancho com as suas danças?!..E aquelas bandas musicais, que nem lhes incomodava os tímpanos e a tremedeira das tripas, de altíssimo que estava o som!...
Seguramente que tão cedo não vão esquecer a festa, a quermesse, a comida, a tremoceira e as pevides, enfim, tudo o que os entusiasmou! …
Quando um galardão é atribuído ao mestre, também os seus formandos se sentem felizes e, porque não dizê-lo, também orgulhosos!
Assim sucedeu com a nossa professora, D. Dulce, distinguida com uma menção honrosa em Espanha, pela sua participação na Exposição Colectiva de Arte de Morrazo, com a obra “Ola Azul”
Também nós nos sentimos honrados com distinção que mereceu o seu trabalho, de entre tantos, dos muitos participantes estrangeiros e espanhóis.
Da minha parte, e julgo expressar o sentimento de toda a turma, quero dar-lhe os meus sinceros parabéns, com o desejo de continuados e grandes sucessos.
Já decorreram cerca de sete semanas desde que murcharam as flores da maior parte dos vasos de cymbidiuns.
É tempo de cuidar da sua limpeza e reprodução.
Os bolbos antigos (que já produziram flor) podem agora ser separados.
Retiram-se as folhas secas/velhas, limpando os bolbos e eliminando eventuais focos de cochonilha.
Quando o corte feito para separar os bolbos estiver devidamente cicatrizado, dispõem-se estes bolbos numa caixa/tabuleiro de madeira/esferovite, num composto que permita um ambiente húmido mas não encharcado, até germinarem novas plantas.
As plantas mais jovens, resultantes da separação devem ficar agrupadas com um mínimo de dois a três bolbos viçosos, que deverão plantar-se num novo vaso, com mistura de teor ácido (casca de pinheiro e turfa).
Deixe cicatrizar bem os cortes/feridas provocados durante a separação. Só depois de estar seguro dessa situação é prudente regar.
As orquídeas vão agora passar pela sua fase de repouso vegetativo.
No início do Outono iniciam a sua fase de desenvolvimento activo, altura a partir da qual é aconselhável o uso de fertilizantes.
É com grande satisfação que diariamente dou conta de uma presença tão sentida e carregada de saudade, a visitar este meu blog e o http://corepinceladas.blogspot.com/ (onde também dou a minha colaboração), a partir da longínqua MACAU.
O meu grande e bom amigo Xavier é, na verdade, uma presença constante na visualização das nossas mensagens e publicações, gesto que não poderia deixar de registar nestas páginas e, em consonância, dizer-lhe que nos sentimos lisonjeados pela sua dedicação e interesse.
MAX, podes crer que apesar de tão longe, continuas sempre presente. É esta a verdadeira amizade que nos une, já lá vão quase 50 anos, desde aquele dia em que ambos entramos na Escola do Magistério, nesta cidade.
Entendo que o acompanhamento que vens fazendo é a prova dessa grande amizade. Um grande abraço!



Foi o que deu!
Estava eu a ver umas fotos antigas e encontrei estas duas. Não resisti à tentação de as publicar.
Entre uma e outra distam dois anos, isto porque a primeira se refere à recepção feita pelo Presidente da Câmara Municipal de Leiria aos alunos do curso de 1960/62 da Escola do Magistério Primário.
A segunda foi tirada nas escadarias da Sé Catedral no dia da Bênção das Pastas do mesmo curso.
Se por acaso se reencontrarem nestas fotos ou reconhecerem alguém das vossas relações ou amizade, não deixem de comentar com eles mais esta possibilidade de recordar tempos que não voltam mais.
São as festas anuais de S.Pedro as mais movimentadas da vila de Porto de Mós.

Como é de tradição, a Câmara Municipal, por acção do Pelouro da Cultura, em parceria com a Associação de Artistas Plásticos de Porto de Mós - ARTEMÓS, leva a efeito nestas festividades uma exposição de Artes Plásticas, direccionada aos seus artistas, ou seja, para aqueles que são naturais do concelho ou nele residem, evento que tem como honrarias o direito a utilizar um espaço nobre nos salões do seu castelo.
A exposição poderá ser visitada de 29 de Junho a 19 de Julho, no horário de abertura do castelo.

Apesar de não estar muito motivado a participar por razões pessoais, acabo por fazê-lo, a instâncias da edilidade.

Para além do interesse que sempre existe em estar presente nestas romarias, é pois, também por essa razão, que vos convido a visitar Porto de Mós durante os próximos dias já que, para além de poderem apreciar esta mostra de Artes e os diversos pavilhões representando os diferentes produtos e actividades do concelho, terão uma óptima oportunidade de provar os belos petiscos e comidas regionais, à disposição dos visitantes nos inúmeros pavilhões ali instalados, vulgo tasquinhas.

Bom apetite e bom fim de semana!

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