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Foi bastante participada a inauguração da exposição, que decorreu no passado dia 8, no salão de exposições do IPJ de Leiria.
Do acto e dos trabalhos expostos, que mereceram rasgados elogios, apresento algumas imagens.
Reportagem mais detalhada em http://corepinceladas.blogspot.com/
A exposição anual dos alunos da prof. D.Dulce Bernardes levam a efeito a sua exposição colectiva anual e, à semelhança dos anos anteriores, estará patente no salão de exposições do IPJ.
É inaugurada amanhã, dia 8, pelas 18,30 h, encerrando no próximo dia 21.
Daqui lanço o convite a todos os apreciadores, e não só, para que não deixem de visitar esta mostra de artes plásticas.
Para mais detalhes poderão visitar o seguinte endereço:
http://corepinceladas.blogspot.com/2009/05/exposicao-anual-cor-e-pinceladas.html

Ainda da Praça Rodrigues Lobo, um outro recorte, de edifício nobre, cuja imagem trará a muitos leirienses belas recordações dos salões do velho e respeitável Ateneu onde, noutros tempos, terão passado uma boa parte das suas horas de ociosidade, entretendo-se quer em pura e amena cavaqueira ou, mesmo disputando uma suecada, ou um outro jogo qualquer.
Mais vivos, ou por vezes agitados, eram os serões que antecediam ou se seguiam aos jogos de futebo... Ateneu, Marrazes, Pombal, Bombarral, Nazaré... aquilo é que era amor às camisolas! Era obra!...


Passando pelo centro da cidade, poderemos observar antigas varandas, ricas em detalhes.
A que hoje aqui vos apresento pode ser apreciada também na histórica Praça Rodrigues Lobo.

















Recordar estas imagens é para muitos leirienses reviver tempos da meninice, desde o solene ambiente da sala de aulas aos momentos do recreio, onde nos envolviamos entusiasmados nas nossas saudosas brincadeiras, algumas das quais não sobreviveram ao progresso, tais como o pião, o berlinde, a malha, o botão...
Outros haverá, e não apenas de Leiria, que lembrarão a extinta Escola do Magistério Primário, de onde ontem saíram, ávidos de entusiasmo para ensinar, contribuindo de forma muito marcante, para ajudar a formar o carácter dos que são as mulheres e os homens de hoje.
Curiosamente, naquele edifício, por coincidência, frequentei a escola primária e o magistério, precisamente na mesma sala de aulas, razão por que, sempre que por ali passo, ao observar aquelas janelas me vêm à ideia outros tempos e, obviamente, momentos notáveis, fontes de recordações que, queiramos ou não, representam marcos importantes da nossa vivência.
Hoje, já não é escola primária, já não é escola de magistério. O edifício foi entretanto disponibilizado ao IPL / Escola Superior de Educação.
















....Vila alentejana, pintada de branco, é Monsaraz dona de extraordinária beleza natural, que incentiva e inspira um sem número de artistas, a transportar para a tela ou fotografia lindíssimos enquadramentos, bem ali à mercê das mais variadas perspectivas pessoais.
O nosso País possui destas riquezas e, quantas vezes se passa ao lado, sem nos dispormos a visitá-las... Monsaraz, Marvão, Óbidos... antigas fortalezas, entre outras, são tesouros a preservar, de visita obrigatória de quem se preza de ser português e de ir para fora cá dentro!














Hoje, para variar de tema, quero mostrar-vos um pouco da nossa riqueza paisagística.
Na verdade, não sendo novidade para a maioria dos nossos compatriotas, a paisagem alentejana é um espectáculo maravilhoso de luz e cor, particularmente nesta época do ano.
Durante o passado fim de semana tive o privilégio de ser convidado a partilhar com a família e amigos dois belos dias de lazer, de um saboroso remanso, desfrutando o ar puro e o encantador cenário que nos envolvia, num pitoresco "Monte" do Alentejo. Não exprimindo todo o sabor e prazer que ali nos invade, as fotos dão pelo menos uma pequena ideia do que nos oferece a Natureza.
Porque o local se situava próximo de Monsaraz, impunha-se naturalmente uma visita a esta vila, rica de recantos, com inúmeros recortes para belas imagens.
Voltarei, para vos mostrar alguns dos que captei com a minha máquina fotográfica.

Passeando pela cidade, podemos encontrar uma significativa diversidade de varandas, ricas em detalhes artísticos que, quantas vezes, as olhamos sem nos inteirarmos da sua originalidade.

A que vos trago hoje, pode ser apreciada na pitoresca Praça Rodrigues Lobo, centro da velha cidade.


Ao olhar par trás no tempo, revejo o momento da minha iniciação à pintura a óleo.
Hoje, com a adaptação e algum treino entretanto adquiridos, penso que teria evitado o que, ao observar a minha primeira tela, considero alguns defeitos.
Todavia, há que aceitar e assumir (porque também as falhas devem contribuir para progredir), se queremos na realidade melhorar o nível de qualidade daquilo que tanto gostamos de fazer.
É assim que entendo o aperfeiçoamento e a verdadeira formação; numa palavra apenas – melhorar!
Decorria o ano de 2003 quando executei este trabalho.
Que a saúde e a vontade me permitam executar muitos mais é o meu grande desejo.

Estou de volta e nada melhor para oferecer aos meus amigos e seguidores do que estas apetitosas amêndoas, ou não fosse a ocasião mais apropriada para o fazer.

Do tipo francês, de chocolate, com recheios de licor ou de outras bebidas, há uma variedade imensa, para recordar a festividade.

Uma sugestão apenas, não comam demasiado. O lema é "pouco, mas bom!"

Desejo sinceramente a todos uma boa Páscoa, vivida em família e harmonia.
Na verdade, sinto um prazer enorme quando por aqui me encontro.
A família, os amigos, os bons momentos que se proporcionam, o mar calmo de sul, o clima, as iguarias, enfim tudo isto, associado à grande simpatia em que nos vemos envolvidos, contribuem para que o stress acumulado se dissipe rapidamente e nos faça sentir uma forte vontade de voltar.
Foi o que fiz por uns dias.
Aproveito a oportunidade e o tema para vos apresentar um dos poucos trabalhos que produzi sobre esta maravilhosa Pérola do Atlântico e que se encontra aqui no Funchal em casa de meus cunhados.
Eis mais um exemplo de originalidade, no estilo das antigas varandas ainda existentes na nossa cidade.
A elegância e a sobriedade da sua traça e a suavidade das cores que a envolvem dão-lhe vida e beleza, proporcionando um interessante motivo para promover a praça onde está inserida - a Praça Rodrigues Lobo.














Leiria possui edifícios antigos, com detalhes arquitectónicos interessantíssimos.
Irei apresentar aqui algumas imagens do património urbano e, com isso, tentar sensibilizar a edilidade, os seus proprietários ou algum messenas, para a protecção que, na qualidade de leiriense anónimo, se me afigura deve merecer.
A varanda que aqui reproduzo está situada na zona velha da cidade. O prédio está votado ao abandono e, a manter-se o desprezo pela sua reabilitação, é certo e sabido que o tempo acabará por destrui-la completamente. O facto de estar desabitado contribui para acelerar esse inexorável fim.
Haverá ainda tempo de evitar o pior, com intervenção urgente do proprietário, da edilidade ou de alguém com a disponibilidade e os meios necessários, para lhe acudir, por forma a conservar a sua originalidade e precavendo, inclusivamente, o risco de derrocada.















Eis mais alguns registos fotográficos da exposição.







Na passagem do 271º aniversário da Freguesia da Barreira, o programa das comemorações incluía várias iniciativas, das quais me permito destacar a VI Bienal de Arte.
À semelhança das que a antecederam esta Bienal foi grandemente participada, com a exposição de variadíssimos trabalhos artísticos, repartidos por diferentes temas, como seja pintura em tela, desenho, tela bordada, maquetes, escultura e trabalho em pedra, bijuteria, pronto a vestir, um vasto leque de bordados, artesanato e uns quantos mais, executados por artistas residentes ou naturais da Freguesia e que valerá a pena apreciar.
A exposição estará patente ao público até ao proximo domingo, dia 22 e poderá ser visitada das 9,00 às 13,00 e das 14,00 às 17,00 durante a semana e na parte a tarde de sábado e de domingo.
As fotos aqui reproduzidas darão uma ideia da participação e dos diferentes temas expostos.






















Numa evidente demonstração de que o lema da equipa é efectivamente "pela comunidade e ao serviço da comunidade", os elementos da Junta de Freguesia, liderados pelo seu presidente sr. José Cunha, têm assumido uma excelente prestação de iniciativas, que muito dignificam a nossa terra e os seus habitantes.

Temos assistido a relevantes homenagens e ao público reconhecimento dos que mais se têm distinguido ao serviço da freguesia.

Estas iniciativas são habitualmente integradas na celebração do aniversário, tendo sido homenageados este ano os párocos que aqui estiveram no exercício da sua actividade pastoral.

Para além de várias outras iniciativas integradas na mesma celebração de aniversário, é justo destacar ainda a exposição de trabalhos de diferentes actividades artísticas patentes na VI Bienal de Arte e que está aberta ao público até ao próximo dia 22, no Solar do Visconde, durante o horário de funcionamento dos serviços da Junta de Freguesia.

As fotos reportam-se à cerimónia que antecedeu a homenagem atrás referida e à inauguração da exposição.

Ao observar esta fotografia, revejo naquela escadaria as muitas quedas de que os pobres dos soldados do RAL 4 eram vítimas, quando por ali passavam, originadas pelas suas botifarras pesadonas e cardadas que eram obrigados a calçar, assim cardadas talvez por imposta necessidade de poupança de solas.


Os infelizes só davam conta de ter aberto o dicionário da língua portuguesa, numa compreensível atitute de alívio à dor, quando começavam a descer, em pé , sem apoio das mãos, e rapidamente se viam chegar ao fundo das escadas, já sentados nos últimos degraus.


A tropa agora já não é o que era dantes... Agora faz-se candidatura ao serviço militar, por voluntariado (supostamente), porque sempre pagam melhor e, com a crise de emprego que por aí grassa, até dá para tentar uma formação académica por via mais facilitada.















Quando fazemos algo por prazer, dá-nos sempre algum alento sentir a compensação do tempo que lhe dispensámos, chegado o momento de observarmos os resultados conseguidos, única forma de continuar a manter o mesmo empenhamento na execução dessa tarefa.

Embora esteja ciente de que poderia ter feito melhor, não fossem as frequentes indisponibilidades, quantas vezes por força de terceiros e, provavelmente, sentir-me-ia mais recompensado.

Todavia, o resultado está à vista, melhor ou pior, ficando a lição de que sempre aprendemos algo de novo à custa dos nossos percalços, na expectativa de os não repetir.

Dá realmente algum conforto observar agora o colorido e a diversidade de flores que as orquídeas nos oferecem.

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